Com relação à Internet as resistências também existem. A Internet proporciona uma comunicação sem limites e a idéia principal que ela passa é liberdade de acesso a todos os tipos de informações. Como, então, controlar o aluno? Como fazer com que ele não se disperse da aula? Como fazer com que a minha proposta seja mais interessante? Impossível!? Começam, então, as resistências. O professor não acredita na possibilidade de poder dar uma aula com tanta autonomia do seu aluno. Ele, professor, é o controlador e dele é que deve vir a informação e o conhecimento. Realmente, quem tem uma postura como esta não irá conseguir trabalhar com a Internet, aliás, terá grande dificuldade de desenvolver um bom trabalho.
A Internet deve ser levada a sério, pois pode ser usada por lazer e entretenimento, mas também com foco de trabalho. As diversas informações e facilidades de comunicação podem ser aliadas do professor e do aluno, melhorando e facilitando o processo de aprendizagem. O aluno quando participa ativamente do seu processo educacional percebe com mais clareza a importância deste em sua vida. Leva mais a sério e consegue, assim, fazer com que a aprendizagem ocorra.
Os fatores de resistência não estão ligados apenas aos professores, as escolas também fazem isto por não conhecerem direito. Por isso, não fazem nenhum tipo de modificações físicas ou de planejamento para que a Informática Educativa possa entrar com mais facilidade na escola. Algumas alegam questões financeiras como barreira para implantação de um laboratório.
Autora do texto: Mônica Nogueira da Costa Figueiredo.
Professora da Universidade Gama Filho.
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